E que se façam as ideias

E que se façam as ideias

sexta-feira, 2 de abril de 2010

When it rains

Não me esqueci de comentar sobre a saudade. Vocês irão captar a mensagem através de subintenções. Todos sabem que sou do tipo de pessoa que avalia sempre as coisas ao redor e se questiona sobre fatos corriqueiros. Antes de mais nada enfatizo que a minha mudança de ideias foi devido a uma piada que ouvi da mãe da Nancy. Não direi qual foi a piada, ressalvo que de maldoza ela não tinha nada, mas a simplicidade dela me fez ver a verdade.
Meus pesares vêm me perseguindo e corroendo as minhas ideias mas, o pior de tudo, é que eu não sei o que fazer para me livrar desse tormento. A última vez que esse inferno possuiu a minha calma, bastou me distanciar para que tudo se solucionasse, mas dessa vez é diferente. Já fiz tudo o possível mas, quando dou por mim, já estou distraída em meus pensamentos.
O fato é que já não sei mais o que fazer, mas sei exatamente de como eu gostaria que as coisas andassem. São nessas horas que me vem a mente a lição de 2009: nem sempre o que queremos é o melhor que podemos obter. E as sombras do passado teimam em me perseguir....só gostaria de saber o por que de todo esse purgatório e até quando isso durará.
No momento me forço a novas ideias e a novos ideais mas, como já foi dito, desenrraigar de tudo que vivi e carrego em meu coração é difícil. Mas, o meu maior medo não é isso, mas sim, permitir que se envolvam por mim e isso ser em vão sendo que eu também não posso basear meus alicerces no passado. E o que farei.....ainda não sei. Quando descobrir lhes garanto que vocês saberão.
"How could you do it? I never saw it comming. Why can't you stay just long enough to explain?"

Bling, confessions of a king

"When I offer you survival, you say it's hard enough to live..."
Realmente eu devo agradecer a Deus pela vida que eu tenho. Sempre disse a todos que uma vida decente, para mim, é uma vida atribulada. Só estou pagando pelo o que disse. A pior coisa que existe é estudar o que não se quer em um horário abençoado, não entrarei novamente nesses méritos.
Sanando a curiosidade de todos em relação ao Ibmec: tudo está bem. Bem até de mais, ao meu ver. O pessoal de Direito é extremamente diferente dos de R.I. Alguns deles almejam universidades federais. Nem preciso ratificar que pessoas que almejam universidades federais cativam totalmente a minha boa estima. Isso é até estranho e bizarro ao mesmo tempo. Mais uma vez me deparo na questão do Ibmec: será que a falha foi a turma em que caí ou eu que distorço a minha vida com utopias? No fundo prefiro até não saber essa possível vil resposta.
O clima se acalmou aqui em casa mas, de minha parte, nada será o mesmo. Não consigo mais agir como a mesma depois de todas as coisas que foram ditas entre mim e meu pai. Não há rancores e muito menos mágoas mas seria muita hipocresia me esquecer dessa briga. Mas entre mortos e feridos, salvaram-se todos.
"And I'll tell you when it's over, shut up, poor and tired more than this. How do you know that you're right if you're not nervous anymore..."

sexta-feira, 26 de março de 2010

Tectonik

Após muuuuuito tempo sem postar, agora aqui estou. Para àqueles que não sabem, informo desde já que estou no laboratório do Ibmec. Sim, eu disse Ibmec. Como diz a voraz frase: o maior chicote do rabo é a língua. Dito e feito. Nunca neguei a ninguém o meu inóspito nojo, desprezo e descaso ao curso de Direito. Curso que estou fazendo agora na minha estimada, renomada e favorita instituição de ensino superior. Back to black. Senhor meu pai me obrigou a realizar tal proeza de voltar para o Ibmec, razão pela qual houve uma estrondosa briga e nosso relacionamento não é mais o mesmo. Podemos dizer que as verdades foram ditas entre nós, verdades que, por mais que sejam verdades, não devem ser ditas.
Encaro essa minha "nova fase" com o maior ar blasé. Cheguei não fazendo questão de falar com ninguém e muito menos de me socializar, resumindo: sangue no olho e ódio no coração. Mas nada mais me revolta e me entristece mais do que eu descobri hoje: cortaram a minha bolsa de R.I. por maldade. Hoje descobri, através da minha coordenadora de Direito, que eu posso trancar matérias ou, em último caso, trancar o curso e começá-lo de novo no próximo período, coisa que a minha estimada, querida, linda e amada coordenadora adjunta de R.I. fez questão de não me contar. Isso gera até processo, fui prejudicada pela onisciência de minha coordenadora, mas deixa, se não era pra ser é porque coisas melhores ainda estão por vir.
Bem meus caros fãs, ratifico aqui em meu humilde blog a minha ausência de tempo devido ao meu curso (que é vespertino) e, provavelmente, as próximas postagens serão realizadas em meus brakes no Ibmec. Na próxima postagem irei expor as minhas diferenças entre saudades e sentir falta, to precisando arguir sobre isso.

"À cause des garçons, on se presse le citron, on fonde comme des glassons"