E que se façam as ideias

E que se façam as ideias

domingo, 10 de julho de 2011

Et je suis de retour pour les Français!

Fim da tempestade e final de período. Nossa, este mês de Junho superou todos os limites da intensidade! Trabalho, festas, faculdade, festas, stress, festas, meu aniversário, stress, stress, stress, problemas e FESTA! Não há nada a ser contestado! Problemas sempre virão na vida, o que faz a diferença é a forma em que eles serão resolvidos. Postergar é a mesma coisa que viver de forma paliativa.


É tão prazeroso dizer isso: minha carreira está me matando! Apesar de não ser algo que eu almeje exercer por toda a minha vida, pelo menos eu trabalho com um extremo prazer! Amo meu trabalho porque é algo que eu exerço com toda paixão e amor, sem contar que eu me divirto e muito mostrar a minha cidade e a minha cultura para os outros! Contudo, meu trabalho me limita de vez em quando. É muito bom não ter rotina e nem trabalhar todos os dias, todavia, estas mesmas qualidades também são os mesmos defeitos.


Français, français! Estava mais do que na hora de eu voltar para o francês, não acham? Nossa, é vexaminoso dizer isso mas, eu esqueci boa parte de tudo que eu sabia! Merde! Isso que dá não praticar a língua e ficar trabalhando com somente o inglês! :P Devido a minha extrema falta de tempo, optei por contratar um professor particular para me ensinar francês, sem contar também que comprei muitos livros e estou estudando por conta própria. Pelo menos já constatei aonde tenho mais dificuldade na língua, a sua pronúncia! ai, quem diria, ?!!? Logo eu que sempre tive tanta facilidade para falar :( Ler e entender faço isso perfeitamente muito bem, sem falsas humildades, agora para falar, aí que está a merda! Se francês fosse um língua completamente diferente do português, com certeza eu não teria a dificuldade que eu tenho! Vide em russo, eu consigo assimilar tudo pelo simples fato de ser mega diferente e não ter como ser associado à nada em português! Mas quando começa a vir os benditos être e avoir, já começo a engasgar! Sou uma anta mesmo! É a mesma coisa que o inglês! O que me quebra mesmo é quando começa a aparecer ils ont, ouch!

Veremos as histórias que eu ainda irei escrever a respeito desta estranha, porém similar língua!

Alors on danse!

sábado, 18 de junho de 2011

Low Battery

Dig din dig din dig din! Só rindo mesmo! Nossa, não sabia há quanto tempo eu não me divertia assim! XD Esta semana foi mega punk de entretenimento! Simplesmente formidável, não há palavras para descrever o meu atual estado de felicidade! *.*


Esta farra toda fez com que eu sentisse meu sangue correndo nas veias de forma intensa e inexplicável e esta sensação de "juventude", de vez em quando, é tudo que necessito sentir. Eu não sou muito de sair, até me julgo meio velha de vez em quando, mas é ótimo ter boas pessoas que te acompanham em todos os programas, até mesmo na avant première do primeiro DVD de Rogério Skylab! Até agora não estou acreditando que fui neste show trash! Ainda bem que fui, não poderia ter me divertido mais! Ahahahaha!


Finalmente consegui rever a minha viada do meu coração, Maria 22, que não a via há quase um ano! Dá para acreditar?!?! Minha ida à Niterói foi perfeita! Comprei um vestido belíssimo para a minha humilde festa de aniversário e, o melhor de tudo, ele estava em OFF! Não acreditei na economia que eu fiz! E viva Plaza Shopping de Niterói e seus eternos off's, não me canso de economizar meu humilde cascalhinho lá. Até que cruzar a poça para fazer shopping é uma ótima saída ;-)


Pois bem, meu bem, o tempo tá passando e eu to ficando mais velha. Não há nada a ser reclamado ou até contestado ao longo dos meus curtos futuros 21 anos, adoro a minha vida e tenho muita sorte de ter pessoas maravilhosas ao meu redor. Só tenho coisas a agradecer, amém! Que todos os anos de minha vida sejam abençoados como foram até hoje, amo muito tudo isso!


Viva la vida!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Meia xícara

O segredo da xícara é que nunca sabemos se ela está meio cheia ou meio vazia e esta resposta só vem quando achamos a melhor que finalize as nossas dúvidas. É estranho o fato de que o ser humano necessita de outro para existir e se afirmar. Nos baseamos sempre em uma opnião e conselho alheio para mostrar algo a nós próprios. Se Freud lê-se isto diria que o meu problema é por causa da minha mãe! Me divirto!


Agora é sério, gostaria de aprender a lidar melhor com certos sentimentos. A impressão que passa é de realmente necessito de algo errado para me sentir feliz, que horror! A normalidade me faz muita falta nestas horas....

O mais bizarro de tudo é que eu me escondo nesta casca e ajo como a durona para tentar evitar que eu me machuque, o que de fato não adianta de nada, já que eu sou tão frágil como um vaso de porcelana chinesa da Dinastia Ming. Como eu sou frouxa! Às vezes eu fico me perguntando "havia necessidade de chorar por causa disso, Izabela?!?!?". Maldito emotismo! Ressalto que estou escrevendo e chorando neste exato momento.


Eu assumo que tenho medo de viver o que vivi de novo devido ao atual estado de confusão que paira em minha mente e deturpa meu coração. Não quero me sentir assim de novo e não quero reviver efeitos do passado que, por mais que tenham sido "legais", o meu atual estado de tentar entender o que houve me pergnta se isto realmente vale a pena. A gente sempre se culpa pelos erros alheio, bom, eu sempre me culpo pelos erros alheios. Palavras e silêncio são mais destrutivos do que podemos imaginar, mas não estou parando de viver por causa disso, ao contrário, estas novas experiências têm me trazido muita maturidade e sabedoria.


Bom, caros amigos, eu sei o que quero, sei o que não quero. Sei também o que acho que é certo e o que acho ser errado, agora só falta eu ter força de vontade para eu agir em prol do que eu quero e acredito ser melhor para mim. Não sei se isso se chama preguiça ou medo de tomar o risco, mas só sei que eu quero! Só me falta correr atrás.



E eu sou Izabela Rubens, uma pessoa que ninguém consegue esquecer e que não tem medo de ser quem é. Sempre fui ou odiada ou amada, não há meio termo em minhas recomendações. Naturalmente polêmica simplesmente por falar tudo o que os outros pensam mas não tem a capacidade de abrir a boca e se expor ao mundo. Rancorosa até o fim, nunca me esqueço do que me é feito, mesmo se isso foi bom ou ruim. Sou egoísta pelo simples fato de ser honesta comigo mesma antes de ser com os outros, o que muitas vezes é confundido com sinceridade.


Eu sou eu, ponto.