E que se façam as ideias
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domingo, 31 de janeiro de 2010
They say I'm crazy...
...I really don't care, that's my prerrogative. Realmente música explica tudo nessa vida, razão pela qual sempre entitulo os meu posts com trechos de músicas. Velha fase da Britney inicia o meu humilde post. Adoro o fato de ser uma pessoa cujas características são extremamentes atípicas, that's my prerrogative. Mas o motivo que me levou a escrever hoje foi para não generalizar o que foi escrito em um de meus posts. Licinho, calma que nem todas as mulheres, felizmente ou infelizmente, pensam como eu. O importante é valorizar as diversidades de ideias e saber respeitá-las. Bati o meu record, o menor post de todos, that's all folks!
domingo, 10 de janeiro de 2010
Então é isso?!?!
Fim de vestibular, não consigo me sentir tranquila. A Mel não conseguiu esconder a felicidade dela com tal fato. A questão da noite é: o poder feminino. Todos nós sabemos dos incríveis poderes que a mulher exerce nesse mundo a fora. Mas o fato é que, como diz Werneck, mulher é um bicho piranha, ela sabe perfeitamente o que fazer para chamar a atenção masculina, não esquecendo de intrigar a libido masculina. Basta somente um olhar bem dado para chamar a atenção do sexo oposto. Quando se veste de Lolitinha, provocando um clima ninfeta ou até quando se porta com trajes insinuantes, a mulher consegue perfeitamente manter os olhares masculinos vidrados em si. Mulher sabe muito bem aonde está se metendo, a única diferença é que ela prefere distorcer a realidade e idealizar um possível futuro diferente daquele que ela já sabe que ocorrerá. Mulher conhece muito bem a pessoa que quer chamar a atenção e sabe perfeitamente bem fazê-lo simulando como se fosse mais um passeio em uma tarde de verão. Mulher se faz de fraca, boba, desprotegida somente para que o homem dê demonstrações de sua virilidade protegendo-a. Aonde eu quero chegar com isso é que mulher quando quer, ela consegue porque isso já é nato a sua natureza. Mulher sabe manipular uma situação sem deixar de ser mulher. E a minha mais honesta e sincera opinião sobre isso é que amo muito tudo isso! Quando algo dá errado é só culpar o seu gênero e todos aceitam essa desculpinha esfarrapada.
Hoje, pós vestibular da UFRJ, fiquei com um garoto. Para mim foi tudo automático mas não o culpo. A culpa é só minha. Ando desvalorizando as relações inter pessoais há tempos e até hoje não descobri o por quê. Ando tão tediosa a tudo, me cansando das pessoas tão facilmente que me limito ao isolamento. Isso é bom, tenho tempo para filosofar, como diria Sócrates, ócio é o principal elemento para que haja filosofia (creio que foi ele que disse isso). Homens não me animam e nem me atraem mais, não passam de meros bonecos extremamente fáceis de serem agradados. Tão fadonhos. Não me culpem por desvalorizar o ser humano porque foi ele que me ensinou a desvalorizá-lo.
"I'm the girl with the licks; Izabela, Izabela; say my name BITCH!"
Hoje, pós vestibular da UFRJ, fiquei com um garoto. Para mim foi tudo automático mas não o culpo. A culpa é só minha. Ando desvalorizando as relações inter pessoais há tempos e até hoje não descobri o por quê. Ando tão tediosa a tudo, me cansando das pessoas tão facilmente que me limito ao isolamento. Isso é bom, tenho tempo para filosofar, como diria Sócrates, ócio é o principal elemento para que haja filosofia (creio que foi ele que disse isso). Homens não me animam e nem me atraem mais, não passam de meros bonecos extremamente fáceis de serem agradados. Tão fadonhos. Não me culpem por desvalorizar o ser humano porque foi ele que me ensinou a desvalorizá-lo.
"I'm the girl with the licks; Izabela, Izabela; say my name BITCH!"
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Purgatory blues
"I thought I need redemption but I let that thought go..." Não poderia ter começado com melhores palavras o meu post. Juliette sempre tem a palavra certa para uma hora errada.
Sexta-feira, 08 de Janeira de 2010. Hoje terminaram as minhas infantis aulinhas no meu cursinho pré-vestibular e espero que isso simbolize o começo do fim por mais que as dores em meus pulmões não consigam esconder o quão penoso tem sido essa fase para mim.
Todos os meus amigos já estão cansados de saber da minha alergia às pessoas, razão pela qual eu não usufrua de vastos momentos em público. Por mais arrogante e blasé que isso soe, esse é o estilo de vida que melhor vem se adequando a mim nesses últimos anos mas isso não quer dizer que eu não ouça aos outros. Nem precisam ressaltar que todos estão cansados de ouvir, nesse caso ler, essa minha querida novelinha com "vocês sabem quem", acreditem quando eu digo que até eu não a aguento mais. Mas ratifico pequenas coisas à vocês, meus caros fãs, se eu o escrevo é porque eu tenho um bom motivo para isso e outra, vocês só estão aqui porque querem! Se não estão gostando voltem a acessar suas páginas no orkut. Enfim, como estava tentando começar a dizer, realmente aprecio o carinho de todos vocês ao me caracterizam, carinhosamente, de paranóica. Todos nós somos paranóicos mas a única diferença é que nos acomodamos melhor em enxergar os defeitos alheios. A mensagem que gostaria passar é que é muito fácil jogar a culpa no próximo negando a sua própria parcela de falta. Será que eu estou sendo paranóica por reconhecer os meus erros ou os outros são paranóicos por não terem a coragem de fazê-lo?
"Say my name, bitch!"
Sexta-feira, 08 de Janeira de 2010. Hoje terminaram as minhas infantis aulinhas no meu cursinho pré-vestibular e espero que isso simbolize o começo do fim por mais que as dores em meus pulmões não consigam esconder o quão penoso tem sido essa fase para mim.
Todos os meus amigos já estão cansados de saber da minha alergia às pessoas, razão pela qual eu não usufrua de vastos momentos em público. Por mais arrogante e blasé que isso soe, esse é o estilo de vida que melhor vem se adequando a mim nesses últimos anos mas isso não quer dizer que eu não ouça aos outros. Nem precisam ressaltar que todos estão cansados de ouvir, nesse caso ler, essa minha querida novelinha com "vocês sabem quem", acreditem quando eu digo que até eu não a aguento mais. Mas ratifico pequenas coisas à vocês, meus caros fãs, se eu o escrevo é porque eu tenho um bom motivo para isso e outra, vocês só estão aqui porque querem! Se não estão gostando voltem a acessar suas páginas no orkut. Enfim, como estava tentando começar a dizer, realmente aprecio o carinho de todos vocês ao me caracterizam, carinhosamente, de paranóica. Todos nós somos paranóicos mas a única diferença é que nos acomodamos melhor em enxergar os defeitos alheios. A mensagem que gostaria passar é que é muito fácil jogar a culpa no próximo negando a sua própria parcela de falta. Será que eu estou sendo paranóica por reconhecer os meus erros ou os outros são paranóicos por não terem a coragem de fazê-lo?
"Say my name, bitch!"
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
2010 com cara de 2009
Hoje foi o meu primeiro dia de volta a rotina. Ao meu ver 2010 ainda não mudou em nada para mim. Revi duas malucas do Miguel Couto que eu adoro, Jéssica e Maria.
Para variar, sentei ao lado da janela para que eu pudesse altistar melhor mas, devido a um surto que obtive, resolvi pegar um maço de cigarros franceses que Nancy havia comprado em Moskow para mim. Mostrei aquela bela caixinha branca, com detalhes em rosa e com um cheirinho blasé às meninas e não deu em outra coisa: foram fumar.
Jéssica alegou que nunca havia feito aquilo em toda sua vida, não foi o que a vasta experiência dela ao tragar o cigarro me mostrou. Fato, parece que aliciei mais uma nessa vida.
Apesar dos pesares conheci ótimas pessoas em 2009, dentre elas o Túlio, inspiração para a criação desse blog. Esse garoto é muito comédia! Me divertia tanto nas minhas aulas em Niterói, sem contar que ele é um puta ninja!
Confesso a todos vocês, meus caros leitores, que voltei a pensar em relacionamentos. Werneck se acalme porque não estou dizendo que eu quero ter uma vidinha com cercas brancas e cachorro na varanda que nem a sua. Uma vez em Niterói, discutindo com o povo, revi meus conceitos sobre relacionamento, casamento e filhos. Não me lembro bem ao certo o início da conversa, mas foi algo do tipo que o Túlio falava que criança deveria ter cabeça de criança e que ele queria ter um filho para se divertir, ou algo do tipo. Sou filha única de pais divorciados e ainda moro com meu pai, resumindo: só eu sei como é hard ter uma vida assim.
Apesar da constatação de minha falsa personalidade colérica, não me julgo instável, ao contrário, sou uma pessoa que sempre se baseou no sim ou no não, para mim não há meio termo.
Fechando o desespero à la Van Goch: what will be, will be. Não ficarei me martirizando pelos meus relacionamentos passados e nem farei a vontade de Marmellinho de voltar para o Pierre.
As primeiras vezes de uma pessoa raramente são boas. Não digo isso no contexto sexual (até então para uns sou bunitinha) mas sim de inúmeras coisas que ocorrem em nossas vidas.
Hoje, com o passar do tempo, vejo que me precipitei eu ter dito o meu primeiro eu te amo. Não estou arrependida, só que não era para ter dito. Bom, nem tudo dá para se acertar nessa vida. Em pensar que levei 18 anos para dizê-lo...
Quem ouvirá o meu real primeiro eu te amo? Quando eu o direi? Aonde? Por quê? Para essa e outras respostas aguardem novas postagens.
Para variar, sentei ao lado da janela para que eu pudesse altistar melhor mas, devido a um surto que obtive, resolvi pegar um maço de cigarros franceses que Nancy havia comprado em Moskow para mim. Mostrei aquela bela caixinha branca, com detalhes em rosa e com um cheirinho blasé às meninas e não deu em outra coisa: foram fumar.
Jéssica alegou que nunca havia feito aquilo em toda sua vida, não foi o que a vasta experiência dela ao tragar o cigarro me mostrou. Fato, parece que aliciei mais uma nessa vida.
Apesar dos pesares conheci ótimas pessoas em 2009, dentre elas o Túlio, inspiração para a criação desse blog. Esse garoto é muito comédia! Me divertia tanto nas minhas aulas em Niterói, sem contar que ele é um puta ninja!
Confesso a todos vocês, meus caros leitores, que voltei a pensar em relacionamentos. Werneck se acalme porque não estou dizendo que eu quero ter uma vidinha com cercas brancas e cachorro na varanda que nem a sua. Uma vez em Niterói, discutindo com o povo, revi meus conceitos sobre relacionamento, casamento e filhos. Não me lembro bem ao certo o início da conversa, mas foi algo do tipo que o Túlio falava que criança deveria ter cabeça de criança e que ele queria ter um filho para se divertir, ou algo do tipo. Sou filha única de pais divorciados e ainda moro com meu pai, resumindo: só eu sei como é hard ter uma vida assim.
Apesar da constatação de minha falsa personalidade colérica, não me julgo instável, ao contrário, sou uma pessoa que sempre se baseou no sim ou no não, para mim não há meio termo.
Fechando o desespero à la Van Goch: what will be, will be. Não ficarei me martirizando pelos meus relacionamentos passados e nem farei a vontade de Marmellinho de voltar para o Pierre.
As primeiras vezes de uma pessoa raramente são boas. Não digo isso no contexto sexual (até então para uns sou bunitinha) mas sim de inúmeras coisas que ocorrem em nossas vidas.
Hoje, com o passar do tempo, vejo que me precipitei eu ter dito o meu primeiro eu te amo. Não estou arrependida, só que não era para ter dito. Bom, nem tudo dá para se acertar nessa vida. Em pensar que levei 18 anos para dizê-lo...
Quem ouvirá o meu real primeiro eu te amo? Quando eu o direi? Aonde? Por quê? Para essa e outras respostas aguardem novas postagens.
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