E que se façam as ideias

E que se façam as ideias

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

The world we live in

Mais uma vez não há nada a ser reclamado. Amém! O ano de 2011 começou indiferente para mim, não crio expectativas que podem ser ilusões e finalmente parei com a palhaçada de passar a virada de ano de calcinha vermelha para ver se eu consigo uma paixão no ano subsequente.
É perfeita essa sensação de liberdade e responsabilidade que venho sentindo desde meados de 2010. Confesso que ainda tenho certas ressalvas perante a mesma, já que sinto falta dos meus pais me regulando toda hora pelo celular. Passível de explicação este sentimento, já que eu tenho muito medo de seguir adiante e não permitir que meus pais me acompanhem e participem de minha vida. Responsabilidades ou medos de filha única?!?! Prefiro nem saber a real resposta. Aliás, é reconfortante eu não saber e não querer saber respostas de certas coisas. Assim estou alheia da responsabilidade e do envolvimento das mesmas. Embaso esse argumento devido a "queima de arquivo". Quantas pessoas se tornam presas a certas coisas que não sabem e/ou não entendem só porque estavam no lugar errado na hora certa? Isso tudo devido ao excesso de conhecimento. Medo. É perfeita essa minha ignorância voluntária, ela dá mais tempo para que eu foque em mim e em meus problemas.
Próxima parada: Cabo Frio
"Bless your body, bless your soul
Pray for peace and self control...
Lesson learned and the wheels keep turning"

domingo, 26 de dezembro de 2010

Get outta my way!

"Now I gotta taste, I wanna explore. Ain't going to waste, no not anymore..."
Meus caros fãs, não nego o fato de estar entristecida com as dificuldades que me são impostas. Só de pensar em minhas atuais metas já torna o simples fato de respirar desistimulante. Oh, GOSH! O pior de tudo não é passar por este martírio todo, mas sim, chagar no final e falhar. Às vezes eu creio que sou meio labrador de ficar sorrindo e pensando que tudo dará certo. E se não der?!?! Não possuo nenhuma vávula de escape e nem ao menos um plano 2. Trash. Estou pondo tanto crédito nisso que não consigo enxergar além do que almejo. Medonho. Só espero não me ferrar no final. Tudo o que eu mais desejo é poder dizer a mim mesma: Mais uma vez você conseguiu, Izabela.



PS: E aos desistimuladores só irei postar um trecho de música que se auto-resume:

"Get outta my way!
Way outta my way!
Got no more to say
Get outta my way!"

sábado, 11 de dezembro de 2010

Encapetada

É uma lástima ficar à mercê da espectativa da ética alheia. Não é segredo para ninguém que final de período da faculdade é tough, mas nada é admissível a falta de profissionalismo e a arrogância de seu estimado professor. Não irei entrar em detalhes por que, como não tenho como provar o que exponho (ainda não tenho como), não sei qual será o meu fim neste período. Espero que a falta de profissionalismo dele também me favoreça, já que outros estão se favorecendo da mesma.
Começo a me indagar sobre inpumeras coisas da vida que são ao meu respeito. Estranho tudo. Na realidade, sempre as estranhei, só que agora que eu começo a me situar nos fatos que me vêm ocorrendo. Como já disse Jardel: "Izabela, com você são 3 ou 3 milhões". Ele está certo, completamente certo. Por isso, quando me indago e me massacro tanto, só encontro duas saídas ou caminhos: um positivo e outro negativo. Tudo depende da força de minha interpretação.
Saudosismo me lastreia bastante. É sádico em ver e concretizar que muitas das minhas dúvidas e sentimentos não existiram caso algo ainda fosse uma constante em minha vida. Mais uma vez a vida me ensinando lições. Pelo menos, ao meu ver, a primeira parte dela foi cumprida e com êxito ;-)
Mas dói o coração em não sentir mais àquele cheiro e nem associar o tato ao sentimento de tranquilidade e segurança. Por enquanto mostro à vida que aprendi a esperar o tempo passar e me guiar pelos caminho possível, além do mais eu não sei o que ainda tenho pela frente.

"What would an angel say that Devil wants to know?"